Diário


25/09/2016  – Organização da Roda de Conversa:

O GES.TO em 02/10 realizará uma roda de conversa sobre Psicoterapia Ocupacional.

Venha discutir conosco sobre a subjetividade nos atendimentos de Terapia Ocupacional!




18/09/2017 – Estudo do tema: Psicoterapia Ocupacional.
Reflexão e debate sobre a Teoria Chamoneana, sua abordagem/modelo de Psicoterapia Ocupacional, seu método e suas técnicas. Estamos nos aprofundando na sistematização deste conhecimento. Venha participar conosco!!!

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11/09/2017 – Estudo do tema: Psicoterapia Ocupacional.
Estudo relacionado ao tema Psicoterapia Ocupacional. Leitura do texto “Quem é o dono da Psicoterapia?” publicado pelo Conselho Federal de Psicologia no caderno “Ano da Psicoterapia”, de 2009. Disponível em: <http://site.cfp.org.br/publicacao/ano-da-psicoterapia-textos-geradores/>.

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04/09/2017 – Estudo do tema: Psicoterapia Ocupacional.
Discussão do artigo: “Psychotherapy: A profile of current occupational therapy practice in Ontario”, Can J Occup Ther. 2013 Dec;80(5):328-36.

Segundo os autores, apesar da limitada discussão sobre psicoterapia na literatura de terapia ocupacio-nal, isso não significa que esta prática esteja fora do escopo desta profissão. Este artigo é o produto da primeira fase de um projeto que visa desenvolver um perfil das práticas de psicoterapia e das necessi-dades de apoio do terapeuta ocupacional de Ontário / Canadá.

Os autores enviaram o link da pesquisa eletronica para 1.110 terapeutas ocupacionais registrados na Sociedade de Terapeutas Ocupacionais de Ontario que relataram atenderem a indivíduos com doen-ças mentais, problemas de dependência, e / ou dor crônica. Destes, 30% responderam à pesquisa (n. 331), que exploarava informações gerais sobre a prática clínica destes participantes; seu uso de abor-dagens específicas de psicoterapia; seu conhecimento, treinamento, e supervisão em nove tipos dife-rentes de abordagens psicoterápicas; necessidades de aprendizagem percebidas e preferências em relação às referidas abordagens.

Resultados:

- 88 % da amostra relataram praticar alguma forma de psicoter
apia. Destes, 27% praticam psicoterapia há menos de 5 anos,  17% praticam entre 5 a 10 anos, e 33% praticam há mais de 10 anos. Verificou-se que, terapeutas ocupacionais clínicos, com mais de 15 anos de experiência, eram mais propensos a afirmar que eles praticavam psicoterapia. As 03 abordagens mais ulitizadas foram: terapia cognitivo-comportamental, entrevista motivacional, meditação mindfulness.

- Houve variação considerável entre os participantes em relação ao treinamento em psicoterapia: al-guns afirmaram não ter passado por nenhum treinamento, e outros relataram extenso treinamento de longo prazo e supervisão. Houve diversidade de opiniões em relação a onde e como o treinamento em psicoterapia deveria ocorre; pelo menos 10 sugestões de que o treinamento básico em psicoterapia deveria ocorrer na universidade; outros enfatizaram a importância de treinamento além do que os alunos recebem na graduação, reconhecendo a importância da formação específica na modalidade de psicoterapia escolhida para desenvolvimento de competência e treinamento.

Os autores destacam que é importante se submeter à psicoterapia como parte do processo de treina-mento e, também, manter algum tipo de supervisão em curso. Sobre isso enfatizam a necessidade de receber supervisão de um mentor experiente como importante para o treinamento em psicoterapia. Neste sentido, 54% da amostra relatou ter acessado supervisão para prática de psicoterapia, formal ou informalmente; e, apenas 35% dos terapeutas ocupacionais que completaram a pesquisa relataram que atualmente tinham acesso à supervisão de psicoterapia. Apenas 9% dos pesquisados relataram que o supervisor era Terapeuta Ocupacional, e 54% informaram terem sido supervisionados por um psicólogo ou psiquia-tra. Dos terapeutas ocupacionais pesquisados, 62% considerou como muito ou extremamente importante receber treinamento de psicoterapia a partir de uma perspectiva de terapia ocupacional; outros 21% considera-ram como moderadamente importante. Pelo menos 15 terapeutas comentaram sobre o valor de se compreender a psicoterapia a partir de uma perspectiva de terapia ocupacional e como isso poderia complementar a prática existente. De acordo com os autores, muitos dos participantes indicaram de-sejo por treinamento adicional em psicoterapia, incluindo oportunidades específicas de educação e recursos para terapia ocupacional.

Na discussão, os autores destacam, entre outras coisas, a importância de se considerar que pode ha-ver diferenças em como os terapeutas ocupacionais interpretam seu uso de uma abordagem particu-lar, pois nem todos os entrevistados tiveram treinamento formal nas abordagens que praticam, assim, eles não necessariamente implementam o método da forma preconizada, mas sim, incorporam alguns de seus princípios ou estratégias em seu trabalho com os clientes.

Chamam atenção, ainda, para o fato de que técnicas de psicoterapia podem causar danos psicológicos aos pacientes se não forem implementadas corretamente, desse modo, colocam como importante que os terapeutas ocupacionais tenham treinamento e supervisão adequados para criar credibilidade e competência.

O formato de treinamento oreferido pelos participantes do estudo foi workshop presencial de 1 a 3 dia; no entanto, pesquisa em treinamento de psicoterapia demonstram cuidado com essa abordagem, re-comendando supervisão e treinamento além da formação inicial.

Colocam ainda que Competências básicas necessárias para todas as psicoterapias (por exemplo, esta-belecendo uma relação terapêutica, gerenciando limites de relacionamento, lidando com emoções) são normalmente parte do treinamento de terapia ocupacional. Contudo, as habilidades especializadas de cada abordagem exigem treinamento avançado para seu desenvolimento.

Por fim, apontam que, para o Colégio de Terapeutas Ocupacionais de Ontário (2010), alcançar e man-ter competência em psicoterapia envolve supervisão, e formação continuada, recomendando supervi-são e treinamento por um mínimo de 2 anos.

Sobre a divergência de percepção dos profissionais pesquisados em relação a psicoterapia pertencer ou não ao escopo do terapeuta ocupacional, os autores relatam que tal diferença é em parte refletida na literatura da área, em que alguns autores argumentam que o uso de intervenções genéricas, como a Terapia Cognitivo Comportamental -TCC, poderia exacerbar a confusão de papéis e a perda da identi-dade professional; outros autores defendem que os TO’s devem usar abordagens baseadas em evi-dências, como a TCC, por exemplo, melhorando a efetividade do nosso trabalho; há outros ainda que argumentam que os terapeuta ocupacionais podem usar abordagens de psicoterapia originárias fora da profissão, desde que não percamos nosso foco na ocupação e no desempenho ocupacional

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29/08/2017
Apresentação do tema: As mediações na Terapia Ocupacional Chamoneana – Que conhecimento é este? por Ronaldo Viana.
Os Homens comunicam-se entre si, se inter-relacionam, mediados pela natureza, humanamente sig-nificada pelo trabalho. Assim, o fazer é fonte de conhecimentos e de estabelecimentos de imagens, significações.

Conclusões fundamentais:
- Fazer é a melhor forma de conhecer algo;
-  os materiais têm características próprias, o que faz com que se comportem de modo diferente um do outro;
- as ferramentas oferecem dinâmica própria, oferecendo riscos e benefícios àquele que usa;
- A abordagem Chamoneana só é possível diante de um compromisso irrestrito do paciente com sua liberdade e responsabilidade.

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21/08/20017
Apresentação do tema: Terapeuta – Que homem é este?

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07/08/2017

Retorno das férias.

Construção do cronograma de atividades do grupo deste segundo semestre. Acompanhe nossa programação na página AGENDA.

Nossas reuniões são abertas a todos os interessados em conhecer e aprofundar seus conhecimentos sobre o fazer humano como recurso terapêutico.

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26/07/2017 – EXTRA! EXTRA!

Terapeutas Ocupacionais de Ontário – Canadá publicam artigo sobre a prática de Psicoterapia por Terapeutas Ocupacionais.
De acordo com eles, a psicoterapia pode ser uma parte importante do atendimento psicossocial, todavia, ressaltam que requer treinamento especializado para desenvolver e manter a competência. O estudo evidenciou variações na frequência e no tipo de psicoterapia desenvolvido, assim como variaram o treinamento e as supervisões, e destacaram que há muito interesse destes profissionais em formação específica para esta categoria. Por fim, sobre as implicações para a prática, recomendam formação sobre a natureza da psicoterapia, diretrizes para treinamento e supervisão desta prática, e defesa para terapia ocupacional e psicoterapia.

O GES.TO atua, há 29 anos, como espaço de formação e supervisão de Terapeutas Ocupacionais em Psicoterapia Ocupacional, prática desenvolvida e fundamentada por Rui Chamone Jorge. Se você tem interesse em conhecer esta prática, nos procure.

Fonte: Moll SE, Tryssenaar J, Good CR, Detwiler LM. Psychotherapy: a profile of current occupational therapy practice in Ontario. Can J Occup Ther. 2013 Dec;80(5):328-36. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/24640647/.

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10/07/2017 – Neste dia o CREFITO-4 realizou, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte, evento de celebração do centenário da institucionalização da Terapia Ocupacional no Mundo, com entrega das ‘Comendas Centenário Mundial da Terapia Ocupacional’ àqueles profissionais que se destacaram na profissão, contribuindo para sua construção/fortalecimento, especialmente, neste estado.

Dentre os homenageados, estava nosso querido Professor Rui Chamone Jorge, que foi representado por seu irmão, Márcio Chamone. Foi uma cerimônia significativa para nós, pois valorizou e reconheceu aquele que tanto fez pela consolidação desta profissão neste estado – para conhecer suas realizações, clique AQUI -.

O contato com o professor Rui Chamone marcou a trajetória profissional de vários terapeuta ocupacionais, veja o que alguns deles dizem sobre ele e a importância deste contato em sua formação. Clique aqui para conhecer os DEPOIMENTOS.

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04/07/2017 – FÉRIAS! Retomaremos nossas atividades em 07/08.

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03/07/2017 – Fenelon fez apresentação sobre o tema: ‘Objeto – Que criação é esta?’

Nesse sentido, discorre sobre a relação dos objetos criado pelo homem e a cultura: esta acontece à partir da relação do homem com seu meio, a natureza e os objetos criados; o objeto é o mediador entre o homem e o meio natural, desencadeando a evolução cultural. Quando o homem, em seu desenvolvimento ao longo da história da humanidade, desenvolve habilidade suficiente para fazer manufaturas, há uma mudança em seu processo cultural: há a estratificação da sociedade e a divisão do trabalho.

Discute ainda o Objeto enquanto ‘coisa’, o Objeto enquanto estudo e pesquisa, caracterizado por ser um processo, um fenômeno; o Objeto da Terapia Ocupacional; e o Objeto na Terapia Ocupacional. Por fim, destaca que o mais importante na Terapia Ocupacional não é a quantidade de objetos produzidos, mas o despertar da consciência no paciente/cliente sobre sua realidade.

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26/06/2017

Neste dia, fez-se um aprofundamento teórico sobre a psicodinâmica do uso dos materiais e ferramentas no setting terapêutico ocupacional. Focou-se na relação do paciente com os materiais e ferramentas, e os desafios a serem enfrentados para que se alcance um fazer com liberdade e criatividade/intencionalidade.

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- Para conhecer as publicações anteriores, clique AQUI.